segunda-feira, 5 de novembro de 2007

Pequenos inimigos, grandes incómodos

O artigo, “Entre festas e longos discursos”, publicado no JN de hoje e que o NP aqui reproduz, termina com a seguinte frase: “A CDU apesar de, por vezes, ser incómoda, não tem expressão eleitoral.
Nas palavras de Mariano José Pereira da Fonseca, o marquês da Maricá: “Os pequenos inimigos, ainda que menos danosos, são sempre mais incómodos que os grandes.”
Ora aqui está uma questão para reflectir: Será que um partido político da oposição, para se poder dar ao luxo de ser incómodo, tem de ter fraca expressão eleitoral?

4 comentários:

Joao Monteiro Lima disse...

Por poder parecer demasiado suspeito nada direi sobre o que escreveste. Tu sabes que compreendo o que queres dizer.
Abraço, JML

Anónimo disse...

Eu sei que tu sabes, que ele sabe que eu sei que tu sabes... Onde é que eu já ouvi isto! :-)

Está engraçado isto, está está.

JM Coutinho Ribeiro disse...

os pequenos inimigos são sempre mais dados à guerrilha que, como se sabe, é mais difícil de abater :-)

Joao Monteiro Lima disse...

O termo correcto não será inimigos, mas sim adversários. E é certo somos dificeis de abater.